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Marrakech, Marrocos

  • Quando: novembro de 2008.
  • Duração: 11 dias.
  • Veículo: Toyota Land Crusier - 4x4 com quase todo trajeto off-road.
  • Roteiro: Marrakech – Ait Behnadou – Zagora - Ouarzazate - Erfoud - Vale do Draa - Dunas de Merzouga – Gorge de Todras – Vale de Dades - Ouarzazate – Marrakech.
  • Acomodação: Hotéis e tendas no deserto, em Merzouga.

Dados gerais

  • Localização: Norte da África, na região chamada pelos geógrafos de Magreb (que em árabe - al-magrhib - significa poente em relação ao mundo islâmico). Fazem parte do Magreb: Tunísia, Argélia, Marrocos, Mauritânia e Sahara ocidental. Todos colonizados pelos franceses. Na época dos romanos era conhecida como África Menor.
  • Capital: Rabat (1.800.000 hab.)
  • Cidades principais: Casablanca (3.100.000 hab.), Tanger (900.000 hab.), Fez (1.100.000 hab.), Meknes (7000.000 hab.) e Marrakesh (1.100.000).
  • Moeda: Dirham – 1 Euro = 10 dirham, 1 dolar = 7.50 dirham
  • Sistema político: Monarquia parlamentarista.
  • Religião: Islamismo.
  • Idioma: árabe, berbere e francês. Muitos falam espanhol.
  • Nacionalidade: marroquino (70% árabes e 30% berberes).
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Minarete da Koutoubia, símbolo religioso da cidade
Minarete da Koutoubia, símbolo religioso da cidade

Diário de bordo

Marrakech - Exótica e Sedutora

Situada no sopé das montanhas Atlas, Marrakech é linda, barulhenta e cheia de história. O primeiro que aprendi sobre ela, é que tres coisas devem ser respeitadas: a altura do minarete da Koutoubia (nenhum prédio pode ultrapassar os 67 metros do minarete); todos as casas devem ser pintadas de terracota e o cuidado e respeito com as palmeiras, que são o simbolo da cidade. É a mais original e típica das cidades marroquinas e a segunda mais antiga das capitais imperiais.Senti, ao tentar desvenda-la, que ela é misteriosa e sedutora ao mesmo tempo. Conhecida como a Pérola do Sul, o contraste do dia a dia de seus agitados souks, de labirínticas e intrincadas vielas, a sofisticação de seus hoteis, suas belas e românticas riads e seus cassinos e clubes noturnos lhe conferem muito charme. Por todos esses atributos e pelo ilustre passado histórico de 900 anos, merece como mínimo uma jornada de cinco dias para se sentir a hospitalidade do povo marroquino, descobrir sua refinada gastronomia e arquitetura, esta reconhecida mundialmente e seu riquíssimo artesanato.

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Jardim de Majorell, residência de Yves Saint Laurent
Jardim de Majorell, residência de Yves Saint Laurent

A cidade tem um sem fim de opções, desde a serenidade e o bom gosto do Jardim Majorell, um lugar imperdível, para sentar e meditar, onde se encontra o memorial do estilista marroquino Ives Saint Laurent; passear despreocupadamente em caleche pelo Boulevar Hivernage para deleciar-se com suas luxuosas riads, ornamentadas com lauréis e bouganvileas, tendo como pano de fundo os cumes nevados da Cordilheira Atlas, e continuar o passeio acompanhando a muralha da Medina com seus belíssimos portões, como o de Bab Agnaou.

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Passeio em caleche
Passeio em caleche

Que bom perder-se, com segurança, no agitado mundo de seus souks (mercados), sendo surprendido em cada beco, com imagens coloridas e marcantes do dia a dia de uma cultura muçulmana, que mistura com obcessão o comércio e a religião. É o choque cultural que alimenta nossa alma de viajante e tanto move com nossos sentidos.

Aprenda algumas palavras em árabe e o básico de francês para deliciar-se com um sem fin de situações divertidas. Relaxar, num hamman, banho turco, é algo obrigatório para quem visita Marrakech. Aprumei minha ossamenta e relaxei meus lombares, fazendo massagem com óleo de argana e banhando-me com pétalas de rosas. Recomendo o « Hamman Mille et une Nuit », de messier Elmir, onde fui tratado com fidalguia, e óbvio, brindamos com a bebida nacional – o chá de menta -, servido de uma forma peculiar.

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No Hamman (spa) ''Mille et Une Nuit'', após a massagem, com Monsieur Elmir
No Hamman (spa) ''Mille et Une Nuit'', após a massagem, com Monsieur Elmir

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Oferecendo meu livro para o mural do Hamman
Oferecendo meu livro para o mural do Hamman

Diferente da experiencia egípcia os pedintes aqui são só os doentes ou descapacitados, o resto somente trata de negociar algo, o que eles trazem no sangue. É divertido e é obrigatório para quem visita o Marrocos, deixar uma manhã para travar embates com seus habeis comerciantes na arte da pechincha. Eles usam de paciencia, lhe oferecem um banco, o convidam com um chá de menta e entre ofertas e contra ofertas o desafiam até consumar a compra. É muito divertido.

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Intrincadas ruelas da Medina e interior da Mesquita Ben Youssef

Falei com pintores de rua; acompanhei artesãos trabalhando o couro - uma de suas especialidades - (origem do termo marroquineria); no quartier Mellah, dos judeus, acompanhei a forja do ferro ; pechinchei com vendedores de tapetes e não podia deixar de comprar algo que é tão tradicional para os árabes – o narguilé. Me interessava por seus trabalhos e senti a grande simpatia que os povos árabes tem para com os brasileiros.

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Vista da praça Djemaa el Fna desde o Cafe de France
Vista da praça Djemaa el Fna desde o Cafe de France

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A vibrante Praça de Djemaa el Fna é o coração de Marrakech (Patrimônio Cultural da Humanidade a ser mantido)

No bulício da famosa praça Djemaa el Fna acompanhei a armação das barracas de alimentação (o circo inicia a ser montado as 15 horas), e milhares de homens com seus trajes típicos e mulheres com véus da cabeça aos pés se misturam com encantadores de serpentes, engulidores de fogo, músicos ambulantes, contadores de histórias, vendedores de agua, cartomantes e barracas multicoloridas de frutas secas : com tâmaras, figos e amêndoas. Um espetáculo tão exótico que merece ser observado sem pressa, desde uma mesa do Cafe de France, uma excelente referência, localizado num dos cantos da praça, que ao entardecer está em plena ebulição. Esteja atento para não ser atropelado pelas bicicletas a motor ou pelos carregadores com suas carroças, pois o transito é alucinante. A visita à praça é um dos pontos altos de Marrakeh. Ali pulsa o coração de um dos mercados mais interessantes de todo o continente africano.

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A cor ocre da cidade com seus belos portões
A cor ocre da cidade com seus belos portões
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Quando já se esgotava o tempo de minha estada, fiz uma incursão pela vida noturna da cidade, para poder opinar, depois com propriedade, para os de gostam de uma esticada noturna. Inicei, ao entardecer uma visita, ao hotel que tem a fama de ser o mais caro do continente africano: o Hotel Mamounia – um verdadeiro palácio de muito bom gosto e com jardins que parecem "Os Jardins do Éden".

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Pátio interno árabe
Pátio interno árabe

Era o preferido de sir Wiston Churchil, Bertolucci e Alfred Hitchcock. Necessitava fazer tempo, pois os clubes noturnos iniciam à meia-noite. Jantei no Comptoir Darna, sucursal de Paris, um dos mais badalados locais da vida noturna, no bairro de Guéliz. O Comptoir é restaurante e clube noturno e tem o melhor show de dança do ventre da cidade. A clientela é de excelente nível, tanto nativos como turistas europeus. Após um jantar requintado e deleitar-me com os sinuosos movimentos de belas bailarinas, segui em direção do Luxuoso Hotel Palace Saadi, com seu cassino e seu clube noturno dos mais sofisticados – Théatro. Nos cassinos é quase impossível de respirar pela quantidade de fumaça. Constatei que poucos povos gostam tanto de frequentar cafés e fumar como os árabes. Encerrei a noite no maior complexo de restaurantes e clubes noturnos da cidade – Complexe El Pachá, sem antes dar uma olhada pelo clube Montecristo. Avalizo todos os lugares e com certeza, confirmo o que dizem as revistas especializadas: Marrakech é um dos destinos mais badalados e charmosos da atualidade.

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Dança do ventre sobre minha mesa
Dança do ventre sobre minha mesa

Minha viagem ao Marrocos foi um achado cultural. Me despeço do Magreb e do Marrocos, cada vez mais convicto que é nos países do terceiro mundo, onde encontro sensações que são vitais para minha alma de viajante. Desde o terraço do charmoso café, Terrase des Epices, escutando o muazin, que conclamava os fiéis para a última reza do dia e acompanhando os últimos raios de sol que douravam o minarete da Koutubia, me despedi de Marrkesh. Retornei impregnado pelos lânguidos sons do Françês, pelos sabores de sua culinária, pelo perfume de suas laranjeiras e pelas cores de seus tapetes.

Au revoir Morocco, voltarei!

Inshalaa!


Curiosidades

  • O governo marroquino, através do programa "Vision 2010" visa aumentar o ingresso de turistas para 10 milhões/ano.
  • Hoje, menos de 40% da população cultiva a terra, em contraste com o início do século XX, quando mais de 90% vivia na área rural.
  • Riquezas: 75% das reservas mundiais de fosfato do mundo estão no Marrocos.
  • Um dos grandes problemas dos adolescentes marroquinos é serem atraídos para uma vida melhor no tão cercano continente europeu. A máfia dos que oferecem esses serviços traz um grande risco (cobram 5000 euros) para os jovens que, vindos da zona rural, nunca viram o mar e as vezes são obrigados a abandonarem o navio em plena viagem.
  • O Marrocos é um canteiro de obras. Os monumentos históricos de Marrakech não são muitos, mas estão sendo todos restaurados. As estradas que transitamos – off-road – estão também sendo alargadas e remodeladas para uma melhor segurança do viajante. As estradas principais estão em ótimo estado.
  • Sobre palmeiras e tâmaras: nenhum livro de fotografia sobre o Marrocos é completo sem a silhueta esguia e elegante de uma palmeira. Além de sua beleza, ela também é um elemento essencial da cultura árabe e berbere. O país tem ampla variedade de palmeiras, das quais a mais importante é a tamareira (Phoenix dactylifera).Dizem que a tamareira deve ter a base na agua e a copa no fogo, o que faz com que se adapte perfeitamente ao sul do país, onde é a única cultura da região.
  • Vários motivos a tornam vital para as pessoas de lá : a árvore gera frutos por mais de 150 anos; preserva o solo da erosão e protege do calor do sol, permitindo que humanos e plantações vivam à sua sombra ; todas as partes da tamareira são usadas (culinária, flores são afrodisíacas, tronco e folhas servem para material de construção, a seiva rende um licor inebriante e as fibras tecidas viram cordas).
  • Tãmaras e religião: Maomé nasceu em um palmeiral numa época em que a tâmara era o único alimento sólido. Para lembrar isso, os muçulmanos, tradicionalmente, quebram o jejum do Ramadâ, toda a noite, com uma tâmara e uma colherada de agua. A Biblia também menciona a beleza, a mitologia e a utilidade das palmeiras.

Informações importantes

  • Clima: Outubro e novembro são os melhores meses para visitar Marrakech e o sul do país com a cadeia de montanhas Atlas ( ameno com leve brisa à noite).
  • Alimentação: culinária refinada (cuidado onde for comer, não vale a pena arriscar). Água: somente de garrafa.
  • Segurança: muito boa.Cuidados que se devem ter, como em todas as demais cidades do mundo.
  • Câmbio: trocar dinheiro nos bancos ou em último caso nos hotéis. No aeroporto tem um local com boa cotação.
  • Cartões de crédito: Amex (totalmente inútil).
  • Costumes sociais: respeitar sua cultura, não fotografe ninguém sem sua autorização. O ideal é pagar a todos que você fotografar.
  • Artesanato: de primeira qualidade e muito variado. Os marroquinos são muito habilidosos.Pechinchar sempre !
  • Aeroporto de Menara, Marrakesh, esta localizado a seis kilometros da cidade. O onibus 11 vai até a Place Djmaa el Fnaa. Os taxis grandes cobram 80 dirham até Guéliz e 150 dirham até o Palmeraie.Tem agencias de câmbio e locadoras de carro.
  • Atualmente Marrakesh tornou-se um dos destinos mais badalados do mundo.
  • Ter cuidado com os Faux Guides (falsos guias).
  • Transporte urbano: em geral, o transporte público funciona bem no Marrocos. Toda cidade tem sua Gare Routiére (rodoviária).O melhor meio de viajar é na rede ferroviária.Os trens são confortáveis,confiáveis e eficientes. O serviço de onibus também é muito bom e mais barato que os grandes táxis.
  • Gorgetas: Não existem regras para gorgeta, mas é bom sempre ter moedas à mão.
  • Alguns preços: Banho turco: 330 dirham (1/2 hora com sauna, esfoliação e massagem com óleo de argana). 1 água grande: 20 dirham.
  • Táxi: muito barato, aprenda a negociar e você mesmo coloca o preço. Usar os táxis pequenos (Peugeot e Fiat). Os Mercedes (grandes táxis), são para trajetos já predeterminados.
  • 1 menu com salada, um prato e sobremesa = 10 euros
  • 1 jantar em um bom restaurante = 25 a 30 euros.
  • 1 cerveja: 50 dirham nos hotéis e 65 nos clubes noturnos.
  • 1 vinho tinto de preço razoável em um bom restaurante = 20 euros.
  • Aluguel de bicicleta: Action Sports Loisirs, na Avenida Yacoub el Mansour 1, Guéliz.
  • Informações turísticas: Procure pelo "Syndicat d’Iniatiative".
  • Marrakech é uma ótima opção para se conhecer a genuina cultura islâmica com conforto e segurança, ademais, é a mais preservada da influência européia em relação a outras cidades do norte , como Casablanca. Tanger e Rabat.
  • Um traço marcante da cidade é sua ligação com as tribos berberes, os primitivos habitantes do país, conhecidos nômades da zona rural e do deserto.

Termos árabes que o ajudarão na viagem

  • Medina: parte antiga da cidade, cercada por muralha
  • Kashba: cidade fortificada
  • Souk: mercado
  • Ksour: aldeia cercada
  • Riad: Literalmente significa jardim cercado - mansões com bonitos jardins e fontes, que são usadas como pousadas de luxo. A maioria dos quartos esta voltada para o jardim. Marrakesh tem mais de 600 riads
  • Jellij: um tipo de mosaico colorido, geométrico, que decora a maioria dos jardins
  • Oued: rio
  • Habibi: amigo
  • Inshallá: se Alá quizer
  • Hamadas: áridos platôs rochosos (deserto de pedra)
  • Ergs: deserto de areia (dunas de areia de considerável altura)
  • Hamman: banhos turcos (sauna e massagem)
  • Kif: maconha
  • Waadi: vale
  • Sahara: deserto
  • Khamassen: tempestade de areia
  • Uaf: pá
  • Imshi: vá embora
  • Harami: ladrão
  • Ana tapik: estou perdido
  • Pisé: argila compacta tirada de leitos de rios e posta para secar ao sol, é o material de construção mais barato e muitas vezes o único disponível. É usado para construir casbas e ksour.
  • Naham: sim
  • Lá: não
  • Muwafik: ok
  • Ismahlí: perdão
  • Kam: quanto custa

Recomendo

  • Mesquita de Koutoubia. O principal marco de Marrakech com seu minarete de 70 metros (séculoXII).
  • Palais dês Bahia
  • Tombes saadianas
  • Praça Djmaa el Fna. Patrimônio Oral da Humanidade. O coração da cidade.
  • Quartier Mellah - bairro judeu. Árabes e judeus vivem em harmonia no Marrocos.
  • Place de Flebanterie - onde se encontram os artesãos do ferro.
  • Rue de Mouassine ( a mais importante do Souk e onde estão os melhorea artesãos).
  • Centro comercial de artesanat - excelente artesanato a preços fixos, controlado pelo governo.
  • Jardin Majorelle. Jardim privado, que foi residencia do estilista marroquino Ives Saint Lauren e seu companheiro Pierre Bergé,e onde se encontra um memorial em sua homenagem ( é um lugar imperdível).
  • Muralha da cidade: Porte Bab Agnaou.
  • Passeio em bicicleta na Palmeraie e nos Jardins de Marrakech.
  • Passeio em Caleche (charrete), para recorrer o bairro de Hivernage e para acompanhar a muralha com seus belos portões.
  • Banhos turcos de Marrakech (chamados de Hamman) : Mille et une Nuit ( hamman et spa – rue Derb Dabachi, 58 – a duas quadras do Cafe de France) - Medina, Les Bains de Marrakech, derb Sedra, 2, Bab Agnaou,Medina e Hamman el Bacha, rue Fatima Zohra, 20, Medina.
  • Les Bains de Marrakesh e Mille et une Nuit.
  • Ben Youssef Medersa – belíssima mesquita do século XIV (medersas são escolas corânicas).
  • Quartier de Guéliz – Elegante e moderna área onde se encontram os Hotéis de luxo, bares e restaurantes com culinária francesa. A principal artéria da zona é a Avenue Mohamed VI.

Gastronomia

  • O preceito marroquino de hospitalidade assegura uma acolhida calorosa, um clima relaxado e uma mesa generosa. As especiarias é que tornam a cozinha marroquina deliciosa.
  • O menu geralmente inicia com uma sopa, chamada de harir,seguida de vários tipos de saladas e acompanhada de uma grande travessa de tajine ou cuscuz, ou uma galinha mqualli, com azeitonas e amêndoas. A sobremesa são frutas ou os excelente doces marroquinos
  • O chá verde com menta é a bebida nacional, mas também há o excelente café árabe.
  • O suco de laranja é uma boa opção (peça para faze-lo na hora). São populares também leite de amêndoas e banana com leite.
  • Cerveja: a melhor é a Casablanca.
  • Vinhos: Beauvallon e CB tem boa qualidade.

Os melhores programas no Marrocos

  • Andar pelos souks em Marraquesh.
  • Caminhar nas montanhas Atlas.
  • Banhar-se com pétalas de rosa e exfoliação com óleo de argana nos Hammans (Bains de Marrakech).
  • Saborear frutas secas com suco de laranja na Praça Djmaa el Fna.
  • Dormir como um rei marroquino num luxuoso Riad.
  • Tomar un "the a la menthe" para confraternizar com os comerciantes.

Tops: lazer

  • Casino e Hotel La Mamounia. O mais suntuoso. Era o Hotel preferido de sir Wiston Churchil e o cineasta Alfred Hitchcock. É preciso ir bem arrumado. O terraço do hotel é ideal para tomar um drink ou para jantar.
  • Casino e Hotel Palace Saadi. Avenida el - Quadissia.Hivernage.
  • Clube noturno Theatro. Ao lado do Casino. Ótimos DJs e camas de dossel. Avenue el Quadissia , Hivernage.
  • Clube noturno Montecristo. Rue Ibn Aicha 20,Guéliz (música cubana).
  • Clube noturno e restaurante – Complexe el Pachá, Boulevard Mohammed VI. Dois restaurantes e clube noturno. O lugar da moda para a juventude.

Tops: restaurantes e cafés

  • Restaurante, bar, boutique e clube noturno Comptoir Darna (filial de Paris). Brasserie Libanaise: é um dos lugares mais badalados da cidade. Excelente comida, show da dança do ventre e clube noturno no primeiro andar.
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Mulher árabe, sozinha, fumando o narguile no Clube noturno Comptoir Darma (quase fui preso por tirar esta foto em lugar público)
Mulher árabe, sozinha, fumando o narguile no Clube noturno Comptoir Darma (quase fui preso por tirar esta foto em lugar público)

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Show de dança do ventre no clube noturno "Comptoir Darma"

  • Restaurante Lolo Quoi – Local badalado que serve excelente e criativa cozinha italiana (cenários com poemas nas paredes). Avenida Hassan II -82 – Guéliz.
  • Les Terrases de l’Alhambra. Para comer algo liviano após um dia intenso no souk. Sucos, saladas massas que podem ser servidas no terraço ou no interior elegante. Place Djmaa el Fna - Medina.
  • Terrase dês Epices – com uma vista para o mercado de especiarias. Chá,sucos, sanduiches e prato do dia.
  • Cafe de France – em frente a praça Dja el Fnaa, principalmente no crepúsculo.
  • Café dês Livres – Charmosa livraria de lingua inglesa. Oferece um menu pequeno, mas delicioso. A decoração é elegante. 44 rueTarik Ben Ziad – Guéliz. Quartier francês.
  • Café Literaire – Dar cherif – Galeria de arte no distrito de Mouassine, Medina.
  • Os melhores guias de viagem que usei para o Marrocos foram : o Guia espiral da Folha (completo e com excelentes indicações), o Lonely Planet e o guia para Riads - Marrocos Chic.
  • Antes de viajar ao Marrocos leia algum livro do escritor e compositor americano Paul Bowles ( o filme, « O Céu que nos protege », atraiu uma onda de aventureiros e escritores da Beats generation ao país, como William Burrougs, Allen Ginsberg e Jack Kerouac, além de escritores renomados como Truman Capote, Tenesse Williams e Gore Vidal, que o visitavam em sua vila de Tanger. Acesse o site www.paulbowles.org para conhecer sua obra. Leia também a história da praça Djemaa el Fna em Cinema Eden : « Essays from the Muslim Mediterranean », do espanhol Juan Goytisolo.