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Projetos Raul Valls com apoio do S.C. Internacional

Clube tem novos embaixadores colorados e cônsul cultural

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Colorados ilustres receberam o diploma de cônsul cultural

O Internacional nomeou o cantor nativista Pirisca Greco como o mais novo cônsul cultural. Pirisca é o maior ganhadores de festivais nativistas do Rio Grande do Sul. Também foram nomeados mais dois embaixadores colorados: a cônsul do Uruguai no Estado, Karla Beszkidnyak, e o Dr. Raul Antônio Fagundes Valls, que realiza trabalho comunitário na Africa, divulgando o Clube e o Projeto Interagir, com o qual tem parceria, em suas ações.

A solenidade ocorreu no gramado do Beira-Rio, momentos antes da partida em Inter x Palmeiras, e contou com as presenças do vice-presidente de relações sociais, Gelson Pires, do vice-presidente de serviços especializados, Alexandre Mussoi, e dos diretores Norberto Guimarães (CAS), Adauri Silveira (marketing) e Carlos Cardoso (administração) .


Pirisca Greco foi nomeado cônsul cultural do Inter

Karla Beszkidnyak recebeu título de Embaixadora Colorada

Raul Antônio Fagundes Valls é o novo Embaixador Colorado


Projeto social colorado em Cuba e na África

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No terceiro ano de projeto de inclusão social África Vermelha, que é desenvolvido a partir do incentivo às práticas esportivas, criação de pequenas creches e distribuição de material esportivo, o médico uruguaianense Raul Fagundes Valls, em parceira com o Projeto Interagir, a comunidade de Uruguaiana e o Rotary, fundou no início do último mês de outubro, na África Oriental, um time de futebol com o nome de Sport Club Internacional.


Projeto África Vermelha divulga o Inter no continente africano

O médico gaúcho organizou um grupo para realizar um jogo entre duas equipes de estudantes da tribo Maasai, pertencente à comunidade de Lenkisem, na região do semiárido queniano. Na ocasião também foi constituída uma equipe de apoio para dar continuidade ao projeto, sendo escolhido como líder o jovem Maasai John Silankei Lekanaya, recém graduado em Economia e Estatística, e tendo como colaboradores o estudante Daniel Leyian, que foi designado como técnico, e o padre italiano Remigio dal Santo, responsável pela administração do material doado.

“Na Africa é importante o controle contínuo dos projetos”, destaca Valls. Segundo o médico, as formas de comunicação do Campeão de Tudo, como a Revista do Inter, foi importante para a explicação da grandeza do Internacional. “Ao mostrar as revistas do Clube, com as capas de Diego Forlán, Leandro Damião e Guiñazu, foi mais fácil de explicar o tremendo potencial internacional de nosso clube. Quem acompanha o futebol internacional sabe do título de melhor da Copa de 2010 obtido por Forlán, do destaque nos Jogos Olímpicos de Londres que o Damião teve e que Guiñazu integra a atual Seleção Argentina”, completa o gaúcho.

La Havana Roja

Em recente visita à La Habana, capital de Cuba, Raul Fagundes Valls também divulgou as cores do Inter, distribuindo para crianças e esportistas em geral camisetas, bonés, bolas, revistas e videos do Clube. Nos dez dias em que esteve lá, coloriu as ruas do bairro de La Habana Vieja, patrimônio histórico da humanidade, vestindo com as cores do clube, seu guia, as crianças da casa que o albergou e alguns esportistas.


A força do Inter nas ruas históricas de Havana, em Cuba

Foi realizado um pequeno "rachão" entre as crianças do bairro, na Plaza Compostela, diante de prédios coloniais centenários. Apesar de o esporte nacional dos cubanos ser o beisebol, seguido pelo boxe e pelo atletismo, as novas gerações estão ligadíssimas em futebol, pois o acompanham, quando possível, através das transmissões dos campeonatos europeus. Valls ficou surpreso quando os meninos identificaram o craque uruguaio Forlán na capa de uma das revistas e todos exclamaram: "La Bruja Cachabacha!" (apelido que ganhou quando jogava no Atlético de Madrid).


Valls com garotos cubanos devidamente fardados com as roupas do Inter

África Vermelha - início

Minha paixão futebolística de criança e adolescente foi o glorioso Esporte Clube Ferro Carril, de Uruguaiana, cujas cores eram vermelho e branco.

Como vem, sou colorado, de longa data. Meu pai gostava de futebol e foi presidente e torcedor fanático, de subir o alambrado aos brados.

Creio, também que um tio meu, Nelson Fagundes, colorado fanático, também influenciou.

Sou torcedor moderado, pois antes de tudo sou esportista. Sou oriundo do Tênis, onde competi por longa data e sempre após as partidas o ganhador convida o perdedor para um drink. O Esporte é dos poucos instrumentos que temos, nesse mundo conturbado, com poder para derrubar barreiras políticas, culturais e religiosas.

Entusiasmado com as últimas campanhas da Libertadores e com o Mundial de clubes, e também com o bi campeonato da Libertadores, pensei em montar o Projeto África Vermelha, já que estava de viagem marcada para visitar a comunidade Maasai, no Kenya e onde a cor vermelha é sagrada para esses indígenas.

Apresentei o projeto para a Sra. Constance Muller Píffero, do Inter Agir e o Sr. Jorge Avancini, diretor de marketing, o que fui atendido no pedido de material esportivo e de divulgação do colorado para levar um pouco de alegria as carentes crianças africanas. Acompanha as fotos dessa aventura colorada em terras africana e siga a viagem no BLOG.


Projeto “De Mãos Dadas Com a África” e África Vermelha

Considerações


Premio recebido da Comunidade Maasai

Ontem, um sonho despretensioso, hoje, após um ano de trabalho árduo, uma realidade que será um marco no seio da comunidade Maasai, de Lenkisem.

As negociações não foram fáceis. O orgulho de uma tribo de guerreiros, sendo ajudada e controlada por um médico Brasileiro, outro Indiano e um graduado em Direitos humanos, Argentino, caia como uma intromissão em sua autodeterminação. Eles queriam receber o dinheiro e tocar tudo por conta deles. O envio do dinheiro, também esbarrou em muita burocracia, enfim, resolvida com o engajamento dos funcionários do Banco do Brasil, de Uruguaiana. Havia sido alertado, que este tipo de trabalho sempre terminava assim, com alguns contratempos, mas, entendo, que às vezes, temos que confiar nas pessoas com quem estamos trabalhando. Entendo também, que deve ser duro para a auto-estima desses povos, já tão sofridos, ainda sofrerem essas humilhações. Foi necessário que, eu e Justo, meu companheiro desde o início do Projeto, explicássemos que com os Clubes de Serviços, como o Rotary e as ONGS, se trabalhava assim: com muita transparência e acompanhando todos os passos, com muito zelo em respeito as pessoas que haviam confiado em nós.

Hoje, recebi um e-mail de John Silankey, uma jovem liderança Maasai, que é Universitário, e que está liderando todo o trabalho da construção, onde e comenta que o antigo vigário Mexicano, que escolheu Lenkisen para sua aposentadoria, estava colocando toda sua experiência de construtor e até a Madre Francesca, Diretora da Missão Religiosa, encarregada do hospital, colaborava com o empréstimo da ambulância para carregar o cimento. Ufa, até que enfim conseguimos mobilizar todas as esferas da comunidade, e que serão de imensa valia para nós, como contatos e controladores de futuros projetos.


Placa da escola

África Vermelha III

O médico uruguaianense, Raul Fagundes Valls, em seu terceiro ano de um projeto de inclusão social, através da construção de pequenas creches, de distribuição de material esportivo e incentivo da prática esportiva, em parceria com Rotary, comunidade uruguaianense e o Interagir, fundou no dia 7 de Outubro do corrente ano, o primeiro time de futebol com o nome de S.C. Internacional, em terras africanas.

Na ocasião, foi realizado um jogo entre duas equipes de estudantes da tribo Maasai, Comunidade de Lenkisem, região do semiárido queniano, África Oriental.

Foi também constituído um grupo de apoio para dar continuidade ao projeto, sendo escolhido como manager da equipe, o jovem líder Maasai John Silankei Lekanaya, recém graduado em Economia e Estatística e tendo como colaboradores o estudante Daniel, como coach e como administrador do material doado o padre italiano Remigio dal Santo. Valls, comenta que na África as coisas tem que serem cobradas e é importante um contínuo controle dos projetos realizados.

Também, relata o médico gaúcho, que ao mostrar as revistas do clube, tendo nas capas a fotografia de Diego Forlan, Sandro Damião e Guiñazú, foi mais fácil de explicar o tremendo potencial internacional de nosso clube. Para quem acompanha o futebol internacional sabe do título de melhor da Copa de 2010, de Forlan, destaque nos Jogos Olímpicos de Londres, de Damião e que Guiñazú integra a atual seleção Argentina.

O momento é de muita importância devido a proximidade da Copa de 2014 e para que antecipadamente, saibam da importância do S.C. Internacional e de seu estádio, no cenário mundial.

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